quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
A CHAVE DO SUCESSO ESTA NO CORAÇÃO
Uma característica fundamental das pessoas bem-sucedidas é sua habilidade em descobrir o que elas fazem bem, e fazem isso com paixão, independentemente de serem observadas ou não.
Curtis Carlson recomenda "você precisa escutar o seu próprio coração. Você não pode ser bem-sucedido se não está feliz com o que está fazendo".
Aqui, a chave está em envolver-se com algo que utiliza as habilidades que Deus lhe deu. Não posso imaginar nada pior do que tentar me motivar para um cargo ou atividade que não faz jus aos meus talentos.
Michael Korda disse: "Suas chances de sucesso são diretamente proporcionais ao grau de prazer que você extrai daquilo que faz. Se você está em um emprego que odeia, encare o fato de frente e saia".
Como diz o velho ditado, "se o cavalo esta morto, desmonte".Eu não posso imaginar que é possível subir além de onde você está, sem assegurar-se primeiro que onde você está é onde você quer estar.Antes de pular fora, pense nisto. Se você tem um emprego que não o estimula, não o realiza, e não o deixa cheio de energia, talvez exista uma solução simples.
O que acha de mudar de atitude quanto ao seu emprego?Talvez você não precise desmontar. Se você mudasse sua maneira de encarar sua vida, isso talvez poderia acender uma nova chama.
Whit Hobbs escreveu: "Sucesso é acordar pela manhã, seja você quem for, qualquer que seja o lugar onde você se encontra, se velho ou moço, e pular fora da cama porque existe algo lá fora que você adora fazer, algo em que você acredita, algo em que você é bom - algo que é maior que você, e que você mal pode esperar para lidar com isto novamente hoje".
Abordando tudo que você faz, com aquela atitude confiante, o resultado certamente estará destinado a ser um sucesso.
Fonte: livro, 12 segredos simples da felicidade no trabalho, Glenn Van Ekeren, Ed. Cultrix.
Curtis Carlson recomenda "você precisa escutar o seu próprio coração. Você não pode ser bem-sucedido se não está feliz com o que está fazendo".
Aqui, a chave está em envolver-se com algo que utiliza as habilidades que Deus lhe deu. Não posso imaginar nada pior do que tentar me motivar para um cargo ou atividade que não faz jus aos meus talentos.
Michael Korda disse: "Suas chances de sucesso são diretamente proporcionais ao grau de prazer que você extrai daquilo que faz. Se você está em um emprego que odeia, encare o fato de frente e saia".
Como diz o velho ditado, "se o cavalo esta morto, desmonte".Eu não posso imaginar que é possível subir além de onde você está, sem assegurar-se primeiro que onde você está é onde você quer estar.Antes de pular fora, pense nisto. Se você tem um emprego que não o estimula, não o realiza, e não o deixa cheio de energia, talvez exista uma solução simples.
O que acha de mudar de atitude quanto ao seu emprego?Talvez você não precise desmontar. Se você mudasse sua maneira de encarar sua vida, isso talvez poderia acender uma nova chama.
Whit Hobbs escreveu: "Sucesso é acordar pela manhã, seja você quem for, qualquer que seja o lugar onde você se encontra, se velho ou moço, e pular fora da cama porque existe algo lá fora que você adora fazer, algo em que você acredita, algo em que você é bom - algo que é maior que você, e que você mal pode esperar para lidar com isto novamente hoje".
Abordando tudo que você faz, com aquela atitude confiante, o resultado certamente estará destinado a ser um sucesso.
Fonte: livro, 12 segredos simples da felicidade no trabalho, Glenn Van Ekeren, Ed. Cultrix.
A AUTO-ESTIMA E O RENDIMENTO PROFISSIONAL
Nos últimos tempos, muito se fala sobre auto-estima. Em geral, o termo é usado para relacionamentos e satisfação pessoal. A baixa auto-estima afeta também a produtividade no trabalho. Quem está insatisfeito consigo mesmo e com aquilo que executa não se envolve tanto com seus afazeres profissionais. A relação direta disso com os níveis de estresse também tem sido demonstrada. Mais do que impressões ou intuição, pesquisa feita na Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, Ilhas Fiji, França e Hong Kong mostrou que o brasileiro é, sim, um otimista, mas, em contrapartida, é o segundo mais estressado, o sexto com menor autocontrole e o que tem auto-estima mais baixa. O estudo envolveu 780 profissionais de empresas de médio porte e, por aqui, foi coordenado pela ISMA-BR (International Stress Management Association), associação que estuda o estresse e suas formas de prevenção. A pesquisa é um retrato de que o profissional, que não se gosta e não se sente competente para executar suas tarefas, prejudica o trabalho de equipe e a obtenção dos objetivos corporativos.
A boa notícia é que dá para mudar isso, mas essa mudança envolve um esforço, que deveria ser uma constante, entre empresas e colaboradores. As corporações precisam investir não apenas em eficientes - e contínuos - programas de qualidade de vida no trabalho como também em treinamentos que exercitem a autoconfiança e fortaleçam a auto-estima. Atitudes como esta já são tendência nos Estados Unidos e na Europa. Nesses países já se percebeu que investir no bem-estar dos colaboradores é uma decisão pra lá de competitiva.
Nos Estados Unidos, o estresse profissional custa, anualmente, U$ 300 bilhões às empresas e, na União Européia, os custos com problemas de saúde decorrentes do estresse consomem de 3% a 4% do seu produto interno bruto. No Brasil, pesquisas da ISMA-BR indicam que 70% dos brasileiros sofrem de estresse profissional e que 30% atingiram o nível mais devastador de estresse, chamado de burnout. Esse desgaste físico e emocional sinaliza que os recursos internos das pessoas são insuficientes para lidar com as situações estressantes. E isso afeta, diretamente, o sistema imunológico, gerando ansiedade, depressão, fadiga, alienação. Além de causar a deterioração dos relacionamentos, conflitos interpessoais, alta rotatividade nas empresas, absenteísmo e diminuição da qualidade e da produtividade no trabalho.
E, fora dos limites corporativos, cada um pode - e deve - ser responsável pelo seu bem-estar. Ter uma atividade física, de relaxamento, viajar, reservar espaço na agenda para curtir os filhos, amigos e a família faz parte deste pacote. Lembre-se: a auto-estima, o otimismo e o controle são considerados os principais recursos para o gerenciamento do estresse. De bem com você, será mais fácil lidar com as pressões e o excesso de demandas no trabalho.
A boa notícia é que dá para mudar isso, mas essa mudança envolve um esforço, que deveria ser uma constante, entre empresas e colaboradores. As corporações precisam investir não apenas em eficientes - e contínuos - programas de qualidade de vida no trabalho como também em treinamentos que exercitem a autoconfiança e fortaleçam a auto-estima. Atitudes como esta já são tendência nos Estados Unidos e na Europa. Nesses países já se percebeu que investir no bem-estar dos colaboradores é uma decisão pra lá de competitiva.
Nos Estados Unidos, o estresse profissional custa, anualmente, U$ 300 bilhões às empresas e, na União Européia, os custos com problemas de saúde decorrentes do estresse consomem de 3% a 4% do seu produto interno bruto. No Brasil, pesquisas da ISMA-BR indicam que 70% dos brasileiros sofrem de estresse profissional e que 30% atingiram o nível mais devastador de estresse, chamado de burnout. Esse desgaste físico e emocional sinaliza que os recursos internos das pessoas são insuficientes para lidar com as situações estressantes. E isso afeta, diretamente, o sistema imunológico, gerando ansiedade, depressão, fadiga, alienação. Além de causar a deterioração dos relacionamentos, conflitos interpessoais, alta rotatividade nas empresas, absenteísmo e diminuição da qualidade e da produtividade no trabalho.
E, fora dos limites corporativos, cada um pode - e deve - ser responsável pelo seu bem-estar. Ter uma atividade física, de relaxamento, viajar, reservar espaço na agenda para curtir os filhos, amigos e a família faz parte deste pacote. Lembre-se: a auto-estima, o otimismo e o controle são considerados os principais recursos para o gerenciamento do estresse. De bem com você, será mais fácil lidar com as pressões e o excesso de demandas no trabalho.
Motivação
A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada pessoa de forma particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo.
Existem pessoas que pregam a auto-motivação, mas tal termo é erroneamente empregado, já que a motivação é uma força intrínseca, ou seja, interior e o emprego desse prefixo deve ser descartado.
Segundo Abraham Maslow, o homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica.
Maslow organiza tais necessidades da seguinte forma: - Auto-realização - Auto-estima - Sociais - Segurança - Fisiológicas.
Tais necessidades devem ser supridas primeiramente no alicerce das necessidades escritas, ou seja, as necessidades fisiológicas são as iniciantes do processo motivacional, porém, cada indivíduo pode sentir necessidades acima das que está executando ou abaixo, o que quer dizer que o processo não é engessado, e sim flexível.
Para Frederick Herzberg, a motivação é alcançada através de dois fatores: Fatores higiênicos que são estímulos externos que melhoram o desempenho e a ação de indivíduos, mas que não consegue motivá-los. Fatores motivacionais que são internos, ou seja, são sentimentos gerados dentro de cada indivíduo a partir do reconhecimento e da auto-realização gerada através de seus atos.
Já David McClelland identificou três necessidades que seriam pontos-chave para a motivação: poder, afiliação e realização.
Para McClelland, tais necessidades são “secundárias”, são adquiridas ao longo da vida, mas que trazem prestígio, status e outras sensações que o ser humano gosta de sentir.
Existem pessoas que pregam a auto-motivação, mas tal termo é erroneamente empregado, já que a motivação é uma força intrínseca, ou seja, interior e o emprego desse prefixo deve ser descartado.
Segundo Abraham Maslow, o homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica.
Maslow organiza tais necessidades da seguinte forma: - Auto-realização - Auto-estima - Sociais - Segurança - Fisiológicas.
Tais necessidades devem ser supridas primeiramente no alicerce das necessidades escritas, ou seja, as necessidades fisiológicas são as iniciantes do processo motivacional, porém, cada indivíduo pode sentir necessidades acima das que está executando ou abaixo, o que quer dizer que o processo não é engessado, e sim flexível.
Para Frederick Herzberg, a motivação é alcançada através de dois fatores: Fatores higiênicos que são estímulos externos que melhoram o desempenho e a ação de indivíduos, mas que não consegue motivá-los. Fatores motivacionais que são internos, ou seja, são sentimentos gerados dentro de cada indivíduo a partir do reconhecimento e da auto-realização gerada através de seus atos.
Já David McClelland identificou três necessidades que seriam pontos-chave para a motivação: poder, afiliação e realização.
Para McClelland, tais necessidades são “secundárias”, são adquiridas ao longo da vida, mas que trazem prestígio, status e outras sensações que o ser humano gosta de sentir.
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